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Quarta Onda?
Data:30/06/2022 - Hora:06h43
Quarta Onda?
Reprodução Web

Para aqueles que acreditavam que a Covid-19, estava com os dias contados, que máscaras, álcool em gel, distanciamento era coisa do passado, está aí a prova.  Mais uma vez o danado do bichano chegou chegando. Infelizmente é o que aponta os gráficos diários da mídia séria e independente, superlotando os hospitais, diante dos inúmeros casos registrados diariamente, e vidas ceifadas, numa escala menor, isso é evidente, mas continua deixando seu devastador rastro. Testemunha dos abusos, desmandos, ignorância e ou arrogância mesmo, não nos surpreende a gravidade da situação. Veja o leitor, provado está que mais da metade dos casos positivos da Covid-19, acontecem pelas vias aéreas, nariz e boca, daí a super importância do uso da máscara, que com certeza incomoda menos que ficar entubado numa UTI; que o distanciamento social, inibe o aerossol da respiração infectada e que a higienização com álcool gel, aquele de 70 graus, mata em minutos, o possível vírus dos contatos diários nas mãos. Estes simples cuidados, se cumpridos à risca, reduz em mais de 50% os riscos de contaminação, evitando centenas de novas confirmações e mortes. É inadmissível, assistir a esse aumento acelerado de novos casos e a grande maioria da população continuar agindo como se nada estivesse acontecendo, esperando somente por uma decisão do executivo na emissão de um Decretão estabelecendo regras mais rígidas de prevenção ou se a coisa descambar como já assistimos, decretar o temível lockdown. Na verdade, o que não podemos é continuar assistindo a tudo isso de braços cruzados. Entenda o leitor, neste ano, no Brasil, vivenciamos uma alta de casos entre os meses de janeiro e fevereiro, atribuída a disseminação acelerada da variante Omicron, quando a média móvel semanal se aproximou dos 190 mil casos, com registro de mais de 280 mil em um único dia, 3 de fevereiro, de acordo com o Conass. A partir de março, quando o número de infecções diárias começou a cair consideravelmente, começamos a ver medidas como o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados em várias cidades e estados e a decisão de acabar com o decreto que considerava a covid-19 uma Emergência de Saúde Pública. Essa medida foi anunciada pelo Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em 17 de abril. Pois bem, nesta terça-feira (28) foram 294 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 670.900 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 209, superando a marca de 200 pela primeira vez desde 31 de março (quando estava em 213). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +40%, indicando tendência de alta pelo quinto dia seguido. Já a média móvel de casos chegou a 54.695, a maior registrada desde 1º de março. Apesar da situação não se comparar aos piores momentos da pandemia no país, lê-se 2020 e 2021, várias ações são necessárias por parte da população e dos governos para impedir que os casos e mortes voltem a crescer.  Defendemos sim uma política rigorosa como forma de atenuar a letal crise, antes que esta real quarta onda se torne ainda mais grave. Mesmo com a vacina, as devidas cautelas, máscara, distanciamento social e álcool em gel, devem ser priorizadas nesse momento. Aos que discordam destes cuidados, há vagas nas funerárias.




fonte: Da Redação



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