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Biosfora do Pastanal
Data:22/09/2020 - Hora:08h50
Biosfora do Pastanal
Reprodução Web

Santuário natural cantado em prosa e verso por aedos do século XXI, o Pantanal, reconhecido em 2000 pela Unesco como Reserva da Biosfera, por sua rica diversidade notadamente animal e vegetal invejáveis, a cada ano que passa vai sendo dizimado pela gana selvagem do bicho-homem, devorado pelo fogo que em seu maldito rastro destruidor, registra a morte da fauna calcinada, onde antes vicejavam arbustos na trilha canora do passaredo matinal. A Bio, (vida em latim) complementada Biosfera, camada fina que envolve a atmosfera do nosso planeta, essencial para que haja vida na Terra, foi o termo usado para que defensores do meio ambiente, reconhecessem biomas. Entre eles, o nosso Pantanal, que assim como a Amazônia, divide o sagrado papel de proteger a Vida em sua essência animal, vegetal e mineral. Na contramão da história, os exterminadores do presente espalham ano a ano (neste, de forma mais destruidora), milhares de focos de incêndio, cujas labaredas infernais, devoram nosso rico pantanal, devastando parques nacionais, reservas indígenas, plantações e tudo que tem pela frente. A propósito ilustra nosso colega jornalista Fernando Brito, "parece que a devastação chegou aos corações e mentes de parte de ditos brasileiros e que a dignidade se carbonizou; que em nome da capacidade de pensar, consumiu-se o bom senso e que sentimentos de humanidade e solidariedade viraram cinzas. Realmente, dói na nossa alma, quando ao ligar a TV, se nos apresentam por todo o Pantanal, (ou seria Pastanal?), animais, alguns em extinção, literalmente sendo extintos, queimados vivos, a fumaça envolvendo o horizonte sombrio. Como bem disse o mega star Chico Buarque, "é como se o céu morresse de pena e chovesse o perdão!" E arremata o jornalista e musico Lorde Dannyelvis, "temos uma quaresma temporona de segundas a sextas feiras de cinza, fumegantes nos sábados e domingos de inferno!" Com a Bios (vidas)  fora do ameaçado Pantanal, ainda dizem que Agro é tudo, cantoria do gado humano. Poderia até ser,  como complemento da Bio, (Vida), jamais entretanto, como extermínio da Biosfera, sonho dos dizimadores da natureza, pesadelo nosso. E o Pantanal, alvo de pastagens (Pastanal), arde em chamas todos os anos nesta época (até quando?), com suas 263 espécies de peixes; 41 anfíbios; 123 mamíferos; 113 répteis e 463 aves, corre sério risco de realmente e infelizmente, sem exageros, se transformar em Pastanal e ter sua BiosFora da reserva. Oxalá, as chuvas de primavera com as bençãos de São Pedro, salvem o que ainda resta do nosso Pantanal. E que nossos governantes acordem do berço esplêndido ao som do mar azul e á luz do céu profundo, pela luz ardente dos incêndios no céu em fogo. Que os irracionais piromaníacos que veneram o verde das cédulas de R$100 reais com a garoupa no verso, pensem nos peixes do velho Paraguai. E que no amanhã, nosso trocadilho BiosFora do Pastanal, seja apenas uma sátira jornalística ao santuário, quiçá, preservado como Biosfera e a vida volte a sorrir. 

 




fonte: Da Redação



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Parabenizamos a linda Valentina Figueiredo que foi aprovada no vestibular de medicina da Unic. Merecidamente você conseguiu! E hoje os aplausos são todos para você! Parabéns! A força de vontade e a persistência trouxeram você a esse momento tão especial. Temos a convicção que essa conquista é o início de muitas outras...Que essa nova fase seja repleta de aprendizado e vitórias.  Um brinde ao casal Amarildo Merotti e Adriana Maciel Mendes, que celebraram mais um ano de casados, mais um ano de vida ungida pelas mãos de Deus. Desejamos que a felicidade continue fazendo parte do seu enlace matrimonial e que mais anos abençoados se possam acrescentar a todos aqueles que já contaram juntos. Um abraço forte a esse casal que tem fé no amor. Lançado o livro “Cáceres, Passado e presente de uma geografia poética” que proporciona ao leitor a arte em forma de poesia escrito pela ilustre cacerense Olga Castrillon Mendes, revelando a beleza histórica, cultural e religiosa da cidade com imagens capturadas pelas lentes do fotógrafo Rai Reis.  O livro valoriza e difundi a Princesinha, reconhecendo a importância e relevância do conjunto arquitetônico existente, como também o conjunto paisagístico da baía do Malheiros, rio Paraguai e Pantanal. Aplausos pelo belíssimo trabalho que teve apoio da ALMT, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer e Prefeitura Municipal de Cáceres. Fica a dica de leitura.
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