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JUBA
Da nossa Conta
Data:17/03/2020 - Hora:06h10
Da nossa Conta
Reprodução Web

 Relembrando a canção do Rei Roberto, “Tudo certo como dois e dois são cinco”,  aposente sua calculadora e calcule o cotidiano, prá chegar ao resto, driblando o dividendo, o divisor e o cociente inconsciente e inconsistente, até a verdade escamoteada pelos poderosos, bater a  porta, na sua cara, com aquele ar sabor de realidade. Já dizia o rival do saudoso Raul, o Seixas Raulzito, nosso colega Silvio Brito: “Pare o mundo que eu quero descer”, e a gente desce alguns degraus para cair na fatal realidade, que mesmo manipulada, surge atrás da cortina de fumaça, com números que desmascaram  as falácias. Comecemos pelos dados sobre o desemprego: No patropi, seriam 11 milhões na rua da amargura? ... Mentira! Se no país são 105 milhões enquadrados na força de trabalho dos 18 aos 50 anos, e apenas 33 milhões têm carteira de trabalho assinada,  CTPD), portanto formais, e 37 milhões são informais, (biscates, quebra-galhos, etc), a conta só fecha nos 100% com o cociente de 30 milhões na fila do desemprego. Falha, portanto, a cifra de 11 ou 12% de amargurados. Veja bem, que 30% de 105 milhões, não é 11%, nem 11 milhões, isso é da Nossa Conta, cujos números não nos deixa mentir. Os dados que ora apresentamos foram contabilizados pelo economista Ladislau Dowber, professor e doutor pelas universidades de Lausane na Suíça  e Varsóvia, mestre docente na PUC de São Paulo e consultor de economia na ONU. Concluímos não obstante, que apesar do invejável currículo do economista supra, para entender o problema não é necessário ser letrado, basta apenas pesquisar,  que a face oculta e ou ocultada pelo sistema, surge sem extremos, em números reais, no bolso, no prato, nas filas, nos impostos, etc. Sabe aquele cidadão que vende salgados numa magrela ali na esquina? Xcartelas do MT Cap e similares? Aquele que revende leite caipira na periferia com uma carretinha atrelada a uma moto? Quinquilharias empurrando uma carriola? Pois é, eles são os desempregados ditos informais, que assim  como os 33 milhões de empregados e demais milhões nas filas do SINE, pagam 30% do que ganham e gastam, em impostos aos governantes. Só prá finalizar e nunca é demais alertar, o salário mínimo liquido do reino tupiniquim não passa de R$ 700,00, pois da merreca de R$ 1.045,00 é retido na fonte, o terço do leviatã. Grana, que volta para o saco sem fundo do poder e dos poderosos, sem retorno aos nossos direitos essenciais; alguma dúvida?

 




fonte: Da Redação



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Parabenizamos a linda Valentina Figueiredo que foi aprovada no vestibular de medicina da Unic. Merecidamente você conseguiu! E hoje os aplausos são todos para você! Parabéns! A força de vontade e a persistência trouxeram você a esse momento tão especial. Temos a convicção que essa conquista é o início de muitas outras...Que essa nova fase seja repleta de aprendizado e vitórias.  Um brinde ao casal Amarildo Merotti e Adriana Maciel Mendes, que celebraram mais um ano de casados, mais um ano de vida ungida pelas mãos de Deus. Desejamos que a felicidade continue fazendo parte do seu enlace matrimonial e que mais anos abençoados se possam acrescentar a todos aqueles que já contaram juntos. Um abraço forte a esse casal que tem fé no amor. Lançado o livro “Cáceres, Passado e presente de uma geografia poética” que proporciona ao leitor a arte em forma de poesia escrito pela ilustre cacerense Olga Castrillon Mendes, revelando a beleza histórica, cultural e religiosa da cidade com imagens capturadas pelas lentes do fotógrafo Rai Reis.  O livro valoriza e difundi a Princesinha, reconhecendo a importância e relevância do conjunto arquitetônico existente, como também o conjunto paisagístico da baía do Malheiros, rio Paraguai e Pantanal. Aplausos pelo belíssimo trabalho que teve apoio da ALMT, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer e Prefeitura Municipal de Cáceres. Fica a dica de leitura.
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