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Papa Francisco descreve qual é o remédio contra a dureza do coração
Data:21/02/2020 - Hora:07h03
Papa Francisco descreve qual é o  remédio contra a dureza do coração
Divulgação

O Papa Francisco explicou que "existe um remédio contra a dureza do coração: é a memória", por isso convidou a não esquecer a graça da salvação gratuita.

“Quando o coração se torna endurecido, quando o coração se endurece, se esquece... Esquece-se da graça da salvação, se esquece da gratuidade. O coração duro leva às brigas, leva às guerras, leva ao egoísmo, leva à destruição do irmão, porque não existe compaixão. E a maior mensagem de salvação é que Deus sentiu compaixão por nós. Aquele refrão do Evangelho, quando Jesus vê uma pessoa, uma situação dolorosa: “sentiu compaixão”. Jesus é a compaixão do Pai; Jesus é a afronta a toda dureza de coração”, afirmou o Papa.

Comentando a passagem do Evangelho de São Marcos, que descreve o ensinamento de Jesus quando os discípulos se preocupam em não ter pão, o Santo Padre apontou a diferença entre um “coração endurecido” como o dos discípulos e um “coração compassivo” como o do Senhor, que expressa sua vontade.

"A vontade do Senhor é a compaixão: ‘Misericórdia quero, e não sacrifício’. E um coração sem compaixão é um coração idolátrico, é um coração autossuficiente, que vai avante amparado pelo próprio egoísmo, que se torna forte somente com as ideologias”, afirmou.

Nesse sentido, Francisco incentivou a pensar “nesses quatro grupos ideológicos do tempo de Jesus: os fariseus, os saduceus, os essênios e os zelotas. Quatro grupos que haviam endurecido o coração para levar avante um projeto que não era o de Deus; não havia lugar para o projeto de Deus, não havia lugar para a compaixão”.

Por isso, o Papa Francisco convidou em sua homilia a pedir ao Senhor a graça de ter um coração "não ideologizado", isto é, endurecido, mas "aberto e compassivo" frente ao que acontece no mundo, porque no juízo final seremos julgados pelas obras de misericórdia.

“Cada um de nós tem algo que endureceu no coração. Façamos memória e que seja o Senhor a nos dar um coração reto e sincero que pedimos na oração da coleta, onde habita o Senhor”, convidou o Papa, acrescentando que “nos corações endurecidos o Senhor não pode entrar; nos corações ideológicos o Senhor não pode entrar. O Senhor entra somente nos corações que são como o Seu coração: os corações compassivos, os corações que têm compaixão, os corações abertos. Que o Senhor nos dê esta graça”, concluiu.

Nesse sentido, Francisco incentivou a pensar “nesses quatro grupos ideológicos do tempo de Jesus: os fariseus, os saduceus, os essênios e os zelotas. Quatro grupos que haviam endurecido o coração para levar avante um projeto que não era o de Deus; não havia lugar para o projeto de Deus, não havia lugar para a compaixão”.

Por isso, o Papa Francisco convidou em sua homilia a pedir ao Senhor a graça de ter um coração "não ideologizado", isto é, endurecido, mas "aberto e compassivo" frente ao que acontece no mundo, porque no juízo final seremos julgados pelas obras de misericórdia.

“Cada um de nós tem algo que endureceu no coração. Façamos memória e que seja o Senhor a nos dar um coração reto e sincero que pedimos na oração da coleta, onde habita o Senhor”, convidou o Papa, acrescentando que “nos corações endurecidos o Senhor não pode entrar; nos corações ideológicos o Senhor não pode entrar. O Senhor entra somente nos corações que são como o Seu coração: os corações compassivos, os corações que têm compaixão, os corações abertos. Que o Senhor nos dê esta graça”, concluiu.

Nesse sentido, Francisco incentivou a pensar “nesses quatro grupos ideológicos do tempo de Jesus: os fariseus, os saduceus, os essênios e os zelotas. Quatro grupos que haviam endurecido o coração para levar avante um projeto que não era o de Deus; não havia lugar para o projeto de Deus, não havia lugar para a compaixão”.

Por isso, o Papa Francisco convidou em sua homilia a pedir ao Senhor a graça de ter um coração "não ideologizado", isto é, endurecido, mas "aberto e compassivo" frente ao que acontece no mundo, porque no juízo final seremos julgados pelas obras de misericórdia.

“Cada um de nós tem algo que endureceu no coração. Façamos memória e que seja o Senhor a nos dar um coração reto e sincero que pedimos na oração da coleta, onde habita o Senhor”, convidou o Papa, acrescentando que “nos corações endurecidos o Senhor não pode entrar; nos corações ideológicos o Senhor não pode entrar. O Senhor entra somente nos corações que são como o Seu coração: os corações compassivos, os corações que têm compaixão, os corações abertos. Que o Senhor nos dê esta graça”, concluiu. ___***ACI Digital




fonte: ACI Digital



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