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Dengue o melhor remédio é a prevenção
Data:15/1/2020 - Hora:06h34
Dengue o melhor remédio é a prevenção
Reprodução Web

 A circulação simultânea dos vírus da Dengue, Zika e Chikungunya no Brasil tem sido motivo de preocupação entre as instâncias de Vigilância em Saúde e na sociedade em geral. Estas arboviroses são transmitidas pelo mesmo vetor (mosquito Aedes aegypti) e têm sua distribuição favorecida por diversos fatores.  Hoje voltando ao tempo nos anos de 2009 e 2010, passamos por um verdadeiro surto de dengue, quando noticiamos várias mortes decorrentes da propagação e avanço do mosquito aedes aegypti no município, problema felizmente reduzido nos dois anos seguintes. Não foi por acaso a redução dos casos, haja vista, as campanhas encetadas pelo poder público municipal via secretaria de saúde e vigilância sanitária com apoio de segmentos sociais e população.

Cáceres registrou apenas 148 casos em 2011, nenhum grave e em 2012 apesar do prolongamento do período de chuvas, apenas 179 casos, desempenho que chamou a atenção de autoridades do Estado e do governo federal, porque em 2009 a cidade registrara 3.498 casos e em 2010, 1.324. Como imprensa, divulgamos a ascensão e a queda da dengue em Cáceres, quem tem boa memória, deve se lembrar, as ações permanentes desenvolvidas pela prefeitura e pela sociedade.

Na época o impacto fez com que a sociedade se mobilizasse. Cinco anos depois, quando todos pensavam haver passado o susto e o surto, com o início das chuvas, época de maior proliferação do mosquito transmissor, lotes abandonados e quintais mal cuidados, acumulando o chamado lixo, o fantasma do aedes aegypti  ressurge com força total transmitindo Dengue,  Zika Vírus e a Febre Chicungunya. Um balanço, realizado pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), apontou que os casos de dengue no Estado aumentaram em 79,5% entre 2018 e 2019. Esse índice coloca Mato Grosso em uma classificação de alto risco, como aponta a Vigilância Epidemiológica. O levantamento apontou que os casos da doença mais do que dobraram no período de um ano, que compreende os meses de julho de 2018, quando o estado havia registrado 6.868 casos, e julho de 2019, com o mapeamento de 12.323 ocorrências. Aí, a gente para pra refletir, se, num passado recente, o índice da doença entre a população chegou quase a zero, por que ela voltou com tanto vigor?  Com certeza, porque quando a população mentaliza coletivamente um objetivo, provoca uma sinergia e todos os esforços são carreados para atingi-lo. Parece que bastou a bonança temporária, para que relegassem a segundo plano, os procedimentos de higiene adotados, quando deveriam se transformar em hábitos permanentes, e as políticas públicas de higiene e saúde serem contínuas. Talvez seja chocante dizer, mas essas moléstias  é  doença de um povo que não cuida da limpeza de seu próprio habitat.  Isso mesmo, bastou a cidade baixar o índice de infestação na época, para que a sociedade deixasse de olhar e zelar pela limpeza e cuidados com sua casa e terrenos. A melhor forma de se evitar essas doenças  é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor. Para isso, voltaremos mais uma vez divulgar o que é preciso para combater o mosquito e os focos de larvas: Mantenha a caixa d'água, tonéis sempre bem fechados; se tiver calhas remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr; não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje; lave semanalmente por dentro com escovas e sabão tanques utilizados para armazenar água; se tiver plantas aquáticas, torque a água e lave o vaso com bucha e sabão pelo menos uma vez na semana; guarde garrafas sempre de cabeça para baixo; entregue seus pneus velhos ao serviço de limpeza urbana ou guarde-os sem água em locais cobertos;  encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta; armazena seu lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada; não jogue lixo em terrenos baldios. Faça sua parteum gesto simples que precisa ser incorporado como hábito de saúde e vida da população o ano todo. Bom dia!

 




fonte: Da Redação



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Parabenizamos a linda Valentina Figueiredo que foi aprovada no vestibular de medicina da Unic. Merecidamente você conseguiu! E hoje os aplausos são todos para você! Parabéns! A força de vontade e a persistência trouxeram você a esse momento tão especial. Temos a convicção que essa conquista é o início de muitas outras...Que essa nova fase seja repleta de aprendizado e vitórias.  Um brinde ao casal Amarildo Merotti e Adriana Maciel Mendes, que celebraram mais um ano de casados, mais um ano de vida ungida pelas mãos de Deus. Desejamos que a felicidade continue fazendo parte do seu enlace matrimonial e que mais anos abençoados se possam acrescentar a todos aqueles que já contaram juntos. Um abraço forte a esse casal que tem fé no amor. Lançado o livro “Cáceres, Passado e presente de uma geografia poética” que proporciona ao leitor a arte em forma de poesia escrito pela ilustre cacerense Olga Castrillon Mendes, revelando a beleza histórica, cultural e religiosa da cidade com imagens capturadas pelas lentes do fotógrafo Rai Reis.  O livro valoriza e difundi a Princesinha, reconhecendo a importância e relevância do conjunto arquitetônico existente, como também o conjunto paisagístico da baía do Malheiros, rio Paraguai e Pantanal. Aplausos pelo belíssimo trabalho que teve apoio da ALMT, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer e Prefeitura Municipal de Cáceres. Fica a dica de leitura.
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