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A exclusão do Joio
Data:10/09/2019 - Hora:09h30
A exclusão do Joio

Na semana passada o grupo de monitoramento e fiscalização do sistema penitenciário de Mato Grosso esteve visitando alguns municípios interioranos, entre eles, Cáceres, e o combate ao crime organizado foi um dos temas na análise do desembargador Orlando Perri, que abordou a questão da recuperação da população carcerária, como um dos pilares neste contexto. Supervisor do grupo, a mui ínclita autoridade alertou que não adianta virar as costas para os reeducandos negando-lhes oportunidades, pois a Constituição Brasileira não prevê prisão perpétua ou pena de morte. Em alguns casos, convenhamos, o aberrattio de algumas sentenças chega a este absurdo sim, com penas de 200 e 300 anos de prisão. Mesmo que o preso só possa cumprir 30 anos atras das grades, se ele já tem mais de 50, sua pena será perpétua e a segregação por longo período, jamais irá ressocializar o indivíduo, isto é notório. O próprio desembargador concorda, ao mencionar que as estatísticas mostram que a imensa maioria dos reeducandos quando se dá oportunidades, eles não voltam para a delinquência. Que é imperioso preparar os presos para o retorno à sociedade, e, que isso se dá através dos estudos, da qualificação e do trabalho. Claro, que cabeça vazia é maquina do capeta e que as cadeias do reino tupiniquim, nas últimas décadas se transformaram em escolas do crime organizado. Ratificando o já dito neste espaço, defendemos uma reforma (está na moda) do sistema penitenciário, sugestão inclusive enviada aos nossos empregados deputados federais e senadores e jogada na cesta seção, o lixo. Em nossa reforma, consta o regime fechado só para crimes graves, como latrocínio, sequestros estupros, roubos e tráfico; semi-aberto para reincidentes em crimes leves e domiciliar para pequenos infratores primários. No caso dos apenados com crimes graves, segregação total, 100% incomunicável, (bloqueio de celulares, sem TV ou radio)  em presídios distantes da civilização, com muros eletrificados em alta potencia, onde o preso trabalharia em lavouras, hortas, granjas, etc, plantando e colhendo sua alimentação. Claro, que para muitos políticos, este sistema não deve interessar, pois criticar o problema deve ser mais interessante, sai na mídia, dá votos, daí, que nem uma resposta tivemos de nossos sugestivos emails, Perri diz que nós temos que preparar os presos para o retorno à sociedade e isso se dá através dos estudos, da qualificação e do trabalho e ele está correto, em gênero, numero e grau, mas data vênia, excia, em casos extremos, seria malhar em ferro frio, não se ressocializa um Beira-Mar, um Marcola e centenas de chefes de falanges e facções que comandam o crime atrás das muralhas, isto é óbvio, salvar-se o trigo, ótimo, confinar-se o joio, necessário. Não se pode falar em reinserção do preso, muitos deles, reféns de falangistas atrás e fora das grades, a serviço do crime organizado. Daí, nossa posição defendendo uma reforma penitenciária, com uma triagem específica e genérica, para  médio ou longo prazo, quiçá, voltar ao que era nos anos 60 do século XX, quando cadeia era lugar de cumprir pena, a sociedade em relativa paz, com humanos direitos, cientes de que os direitos humanos eram respeitados. Em 12 anos de advocacia em São Paulo, conscientizamo-nos que não há outra saída, contra extremos, extremos e meio, e eram outros tempos.  Um exemplo salutar, o que aconteceu na PCE de Cuiabá, com a retirada de tomadas elétricas nas celas que tinham se transformadas em escritórios digitais do crime, provando que quando se quer, se pode sim, combater o mal pela raiz. Só prá finalizar, ressocialização sim, extremo rigor, idem.




fonte: Da Redação



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