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De Dona Léo à Maria da Vila
Data:06/09/2019 - Hora:08h57
De Dona Léo à Maria da Vila
Reprodução Web

Uma das grandes fake-news do ano da graça de 1822, a versão bufa que revela nos livros de escola a Independência do Brasil é muito diferente da história verdadeira, distorcendo-se da imagem de Dom Pedro I retratada nas grandes pinturas; que não estaria cercado de homens limpos, vestidos em trajes de gala, nem montado em um cavalo quando deu o grito da Independência. Diz a história não ensinada nos livros, que naquele 7 de setembro, quase um mês após ter sido assinada a independência do Brasil pela princesa Maria Leopoldina de Áustria, então princesa regente, por conta da vacância de Dom Pedro, ausente, o Brasil foi separado de Portugal. Esta parte, os historiadores machistas do patropi pularam, claro, mas como não estamos aqui prá passar manteiga no bigode do gato, loas à quem merece, Dona Léo, naquela audiência pública de 13 de agosto de 1.822 com o Conselho de Estado, José Bonifácio de testemunha, carimbou o papel canetado e passou a bucha pro Pedroca. Quando a gente fala em bucha é simploriedade, pois os brasileiros já estavam esperando que D. Pedro retornasse a Portugal, o que rebaixaria o país ao status de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Tremendo abacaxi  pro filho de Dom João VI de Portugal e Sua Majestade Rainha Carlota Joaquina da Espanha, descascar. Ainda não tinha naquela época a plin-plin, nem ONGs,  mas nos botecos, os leva e traz espalhavam a iminência de  uma guerra civil, separando a Província de São Paulo do resto do Brasil. Como onde tem fumaça, tem fogo, a Amazônia não nos deixa mentir, D. Pedro saiu do Rio e foi prá Sampa tentar evitar e ou acabar com o conflito. Na sua ausência do trono, notícias oriundas de Portugal bombando e Dona Léo precisou tomar uma decisão, recebendo o aval do Andrada Bonifácio, que dizem, não gostava se ser chamado de Zé, nem de Silva, nomes de pobre, vôte! Como a internet só viria a ser descoberta após as comemorações do sesquicentenário da independência, o jeito foi um cavalo correio mesmo e 26 dias de galope naquele sertão, a papelada chegou onde estava o Príncipe Regente, sujo de poeira, montado num pangaré, devido a longa  viagem que fizera com seus assessores diretos, num sol de rachar mamona. Alguns dizem que Dom Pedro estaria com forte diarreia naquele 7 de Setembro de 1822, outros, que o príncipe estava estressado, nervoso e furioso com as cartas pedindo que ele voltasse o mais rapidamente possível para Portugal. O certo é que ao ler aquela que deve ter dado origem às medidas provisórias, D. Pedro a eternizou, consolidando a independência do Brasil, dizem, pois na verdade, o processo de independência se deu ao longo de anos, e foi motivado por interesses econômicos das elites locais, já que para a maior parte da população do Brasil, nada mudou. Só prá concluir, vocês pensam que saiu barato a nossa independência? Pois bem, ao contrário do que muitos pensam este processo custou muito caro para Brasil, que precisou pagar uma multa altíssima a Portugal, em grana  da época, 3 milhões de libras esterlinas, emprestadas pela Inglaterra, pois naqueles idos não tinha Crefisa e similares. Sorte, que o patropi tinha crédito nas Inglaterra, que bem antes mesmo, teria financiado Rei D. João e Rainha Dona Maria, na fuga das tropas do cunhado de Napoleão, aportando o casal nestas bandas, inclusive, ela, a Rainha deu nome à Vila Maria do Paraguai, berço da nossa Cáceres. Viu só onde toda história veio parar?

 




fonte: Da Redação



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