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O tiro pela Culatra
Data:24/10/2018 - Hora:10h17
O tiro pela Culatra
Reprodução Web

Muito se tem discutido ultimamente a questão da liberação de armas para os moradores urbanos e rurais, uns contra, outros a favor, tem aqueles neutros, sob as mais diversas justificativas e a gente lembra aqui, que desde 22 de dezembro de 2003, a Lei 10.826, editada naquele ano, estabelece que no reino tupiniquim, vigora o Estatuto do Desarmamento. Cá pra nós, antes de jogar fora conversas infundadas, mercê se faz necessário conhecer este códex, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas, que define crimes e dá outras providências. Por exemplo, no art. 4º do mencionado estatuto vigente, diz que para adquirir arma de fogo de uso permitido, o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade, apresentar certidões negativas criminais fornecidas pelas 3 esferas da justiça; prova documental de ocupação lícita e de residência fixa, alem da comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, atestadas na forma disposta no citado regulamento. Aos que alegam como fundamento de uma liberação de armas ao povo, uma questão de segurança por direito, refrescamos a moleira deles, com o artigo 144 da constituição federal, que preconiza ser a segurança pública, dever do Estado. Responsáveis por este dever, direito do cidadão, as policias federal, rodoviária federal, ferroviária federal, judiciária civil, militar e corpo de bombeiros militar. Como se não bastasse todo o codificado vigente aqui inserido, as necessárias exigências do estatuto do desarmamento, vários são os especialistas em armas de fogo que alertam sobre o perigo de se ter uma em casa, causas de acidentes e incidentes domésticos, um disparo acidental, por exemplo, um imprevisto passível de acontecer, quiçá fatal, tudo por um momento de distração. Enumere-se também, a curiosidade das crianças por mais educadas que sejam; a reação de um minuto de raiva que com a presença da arma pode culminar numa tragédia; a questão de auto-afirmação de alguns jovens, que resolvem pegar uma arma em casa para realizar algum tipo de brincadeira entre amigos, tipo roleta russa, iminências que teriam outro desfecho não fosse a arma errada no lugar errado com pessoas erradas e a morte de espreita, pense nisso! Veja o amigo leitor que a arma é deveras perniciosa, que a relação com suicídios é tão grande que, se você não sabe ao certo quantas armas existem em circulação num lugar, pode-se tomar a taxa de suicídio como uma medida substituta. E prá finalizar, sua defesa pode ficar mais minada se num assalto tiver uma arma em casa, além de ser roubada pelo ladrão, este pode usá-la contra si, e ele, sabe como usar a arma, é o oficio criminoso dele. Aquela estapafúrdia tese do cidadão de bem, armado como solução para a coibição de crimes, é página virada nas estatísticas, cujos dados mostram que ao invés de segurança, a sociedade só colheu mais violência, mais crimes e mais tragédias, quando ainda não havia o estatuto do desarmamento. Lembre que você tem o voto, uma arma bem mais poderosa que um revólver e na hora de votar, use esta arma, não erre o alvo, mate  o político corrupto com seu voto nas urnas, Bom Dia!




fonte: Da Redação



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