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Sem direção e faixa etária
Data:17/10/2018 - Hora:09h05

Política é uma coisa séria, eleição outra, onde fatores emocionais predominam, e quanto pode custar (em termos de voto) um pequeno erro estratégico numa campanha eleitoral e como modelar a imagem de um candidato neste momento e no século 21 no Brasil. Na verdade, ele não é muito mais do que um produto a ser vendido. Enquanto alguns metem as mãos no próprio bolso, numa tentativa até de comprar voto, outros usam a cabeça. E para maior tranquilidade, às vezes, nem a própria. Esses descobriram o baú da felicidade do marketing, artefatos para fins políticos, também. Uma ação de marketing permanente de qualquer partido ou candidato, evitaria manifestações do tipo: “Cambada, eles só aparecem na minha porta para pedir voto.” O mais importante do que vender um político, o marketing aqui deve ser arma engatilhada constantemente, atirando a posição do partido em todos os assuntos do cotidiano nacional. O marketing tem que ser do partido e não só do candidato. É mais fácil identificar e aproximar o candidato ao eleitor depois de ficar clara a posição do partido. O planejamento não deve ser apenas eleitoral, mas amplo. Um exemplo que vem à sua cabeça: o Plano Cruzado. Na hora em que foi anunciado o congelamento de salários, tarifas e preços, os partidos que fossem, deveriam ter outdoors e outras mensagens com posições contra ou a favor das medidas. Isso pode reforçar a imagem do partido, atrair interessados para suas causas.

Dois pontos básicos que devem ser permanentes nas campanhas políticas, são: 1) Não contrariar a vocação histórica do partido nem seu conteúdo pragmático. Se um partido é nitidamente de empresário, não tem que fazer campanha com propostas de esquerda. 2) Aproveitar cada item do programa e ligá-lo à realidade. Como o político quer que o eleitor o escolha como melhor se quem vota não conhece as dificuldades que o candidato terá de enfrentar pela frente? Falar com caspa no ombro e vassoura na mão ou propagar o uso de armas pela população talvez não seja a melhor técnica para as campanhas de hoje. Artifícios como esses, na verdade, devem ser renunciados. A pesquisa do perfil do eleitor jovem, depois dos regimes militares, consegue exigir de seus candidatos apenas empregos e casa própria. Títulos de eleitor à mão, o representante da classe média assiste a discursos pela TV colorida à procura de quem defenda a estabilidade econômica. É uma garantia de que ele não perderá o emprego e o status alcançado. A campanha não deve ser dirigida só aos brasileiros maiores de 18 anos – condição sine qua non para ter em mãos o título de eleitor. A criança de hoje tem 300 por cento mais de conhecimento, porque está na era da internet e dos dispositivos móveis, do que aquela que dependia basicamente da informação escrita.**___Rubens Shirassu Júnior, escritor, pesquisador e pedagogo de São Paulo. Autor, entre outros, de Religar às Origens (ensaios e artigos, 2011) e Sombras da Teia (contos, 2016)

 




fonte: Rubens Shirassu Júnior



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Festejou mais uma primavera a linda Alícia Maria, que ontem recebeu os parabéns dos familiares, amigos e companheiros do Rotaract. Que todos os aprendizados sejam fonte de inspiração para mais uma etapa de sua vida. Que tua vida seja sempre marcada por bons momentos. Milhões de felicidades gatinha!!! Flores multicoloridas  a aniversariante do dia Maritza Maldonado. Desejo o melhor para você não só hoje, mas sempre, e que esta data se repita por muitos anos. Felicidades mil!!!  Celebrou mais um ano de vida o professor Rubens dos Santos a quem enviamos votos de felicidades, saúde e muito amor. Que os dias futuros sejam pleno de realizações. Na foto com a esposa Mariana.
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