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Partidos semi Repartidos
Data:02/10/2018 - Hora:08h16
Partidos semi Repartidos
Reprodução Web

Algumas pessoas tem indagado o porque de tantos partidos políticos no Brasil, se não bastaria apenas uma meia dúzia no lugar dos 35 registrados no TSE e quase 60 outros em processo de formação, que inclui a coleta de assinaturas a fim de adquirir o registro no respectivo tribunal, convenhamos, é muito partido prá pouco eleitor. Fazer o que né, Mané?, a legislação eleitoral brasileira e a Constituição, promulgada em 1988, permitem a existência ilimitada de agremiações políticas no reino tupiniquim, então truco! Sem lembranças, claro, dos anos de chumbo, a ditadura verde-oliva, cuja Lei Falcão estabeleceu a existência de dois partidos, a Arena (situação) e o MDB, (oposição), que posteriormente, se perderam, o da caserna, extinta após a farsa das Diretas-Já, colégio indireto e o pseudo-contestador, dividido anos depois. Muita coisa indigesta das últimas décadas, reflete a ressaca, o revertério dessa transição negociada e o nefasto pluripartidarismo desenfreado, surgiu no pós crepúsculo da revolução de pijamas. A Arena, virou PDS, que virou PFL, que virou DEM; (na dissidência, PP e PPB); Trocando em miúdos, quase todo mundo em casa, direita ao quadrado e que ficaria ao cubo, na somatória da divisão do MDB que com as defecções do fisiológico Ulysses, o tal Senhor Diretas & Cia, deram a luz ao PSDB, reforçando a ala direita do patropi, inclusive com o PMDB que voltou a ser MDB. De esquerda mesmo, somente o PT, fundado por um grupo heterogêneo, formado por militantes de oposição à Ditadura Militar, sindicalistas, intelectuais, artistas e católicos ligados à Teologia da Libertação em 1980, atrelado a alguns nanicos na esquerda opositora. Acontece, que porteira aberta, a boiada vai mesmo e no vácuo do pluripartidarismo político, esquerda, centro e direita se inflaram de partidinhos, muitos de aluguel, bate-pau de grandes, caça-níqueis de eleições, sem exagero, mais de 20 neste rol, com candidatos que não atingem sequer 1% nas pesquisas, não ganham nem pra vereador. Pensam que eles estão preocupados com isso? Mais é, Mané! Com certeza, devem faturar alto com o CPF- Comissão Por Fora -, algo quase impossível de se provar, daí o jornalista inteligente não nomear o sinueiro nem a vacada, pois se o capim está prá pasto, tem mais é que ficar na baquearia. Quanto a pergunta inicial de um de nossos leitores, esperamos ter batido o martelo em sentido lato e a realidade escancara a olhos vistos, que longe de ser uma organização que reúne pessoas ligadas por princípios e idéias políticas em comum, o partido político no Brasil em sua grande maioria é um balcão de negócios espúrios. Sem aquela de que a sigla partidária seria uma forma de representação de poder orientada pelos valores políticos e sociais de um grupo. Valores políticos com cifrão depois do R, concordamos em gênero, numero e grau, já valores sociais, isso fica por conta dos senhorios dos grandes partidos e os inquilinos nanicos, cientes que nunca chegarão sequer a suplência, mas no jogo serviçal asseguram o seu fundo bancário até a próxima eleição. Afinal, está tudo dentro da lei, Povo existe é mesmo prá votar e manter o meio por cento deles nas pesquisas, cacife de bate-pau, pronto, toca o barco.

 




fonte: Da Redação



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