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Canal 240: Nossa Terra e os Bichos do Mato
Data:22/09/2018 - Hora:08h18

A música de Pescuma, Henrique e Claudinho, diz bem que toda cidade tem seu tipos e que sem eles, vive cheia de ninguém. Cáceres também os tem, nas mais diversas atividades, sobretudo no setor artístico, da musica, ao artesanato, escritores, poetas, humorista, nem sempre reconhecidos e ou lembrados pela mídia, sobretudo a falada e televisada. O Jornal Correio Cacerense dá seqüência à série especial neste sábado ao Canal 240, para registro destas personalidades, que desfilarão até o sábado 6 de outubro, data magna da Princesinha do Pantanal. Hoje é a hora e a vez de Rir, Cantar e Dançar:

 

A Zorra de Juca e Tenório


Humoristas cacerenses Lucinei da Costa Oliveira, 34, e Cláudio Francisco de Assunção Filho, 47, formam a dupla Juca e Tenório, 15 anos de trabalho sério, três CDs na carreira, “Malemá tentiano” (2007); “Quá Parente” (2008) e “Eu não agüento mais” (2013), dois filmes,  O Coiso (2015), gravações de comerciais e shows; Esta tem sido a vida dos primos, artistas de primeira linha, bem pantaneiros mesmo. No começo era só o Claudio, (Tenório) que chegou a ensaiar com Garboso, mas o destino era mesmo com Lucinei, (Juca), firmando-se como dupla de sucesso em Cáceres e região.

 

Sua Excia: Bastiana Cacerense


Nasceu Benedita Fátima da Silva, há 51 anos atrás, uma Boa Idéia, pode ser, a que ela teve de se transformar Bastiana Cacerense, vindo ao mundo às margens do rio Paraguai, a tia de muitos marmanjos de hoje, que admiram a professora, já aposentada, nunca, do humor, que faz com arte, uma razão de ser e viver. Bastiana diz que tem cheiro de pacupeva, que talento é frescura, e a gente concorda, ela nasceu mesmo com o dom de fazer rir, quando fazia Letras na Unemat, motivo de seu sucesso em shows na cidade e região, quiçá culpa de Machado de Assis.

 

Ícone Vanguardista Guapo

Guapo, nascido Milton Pereira de Pinho em 1951, em Cáceres, filho de pai violeiro, tio cantor, avó paterna, Yolanda pianista, avô materno, Zacaria, cururueiro, só podia virar mesmo um violeiro folclórico. A educação musical do pai professor, matemático e físico; a vivência no Pantanal e sua riqueza sonora; sons de pássaros e animais; as prosas e proezas no meio popular, bailes e festas de santo e as lendas e mitos ribeirinhos dos causos da mãe lavadeira, culminaram no cantor, compositor e escritor autodidata, Guapo, ícone da Vanguarda Nativista, que propõe pesquisa e auto-determinação para o novo canto da música mato-grossense.

 

Mestre Lourenço, faz e acontece


Cururueiro e Siririeiro de responsa, Mestre Lourenço, começou a tocar a viola de cocho aos 10 anos, acompanhando os pais, e aos 17 anos fez sua primeira viola de cocho com a ajuda de um amigo nos anos 90 do século XX. Já tocou, cantou e dançou em Brasília, São Paulo, Corumbá e na Bolívia. Ultimamente, ele faz violas para vender, e também miniaturas para decoração, mas, jura, nunca derrubou uma árvore para fazer a viola de cocho. “De sarã mesmo nunca fiz nenhuma, a que eu mais uso é a chimbuva,” justifica. Com o parceiro musico Justino Lopes de Barros, ambos na faixa dos oitenta, se reúne para tocar viola de cocho, ganzá e atufo nos saraus e tiradas de reza, matando a saudade dos tempos em que as famílias sentavam em roda e o cururu dançava sob a luz do luar.

 

Digoreste Vitória Régia

 

De: “Marrequinha na lagoa, tuiuiú no Pantanal," o Grupo Parafolclórico Vitória Régia, singra as ondas do sucesso, decolando do bioma para outras plagas, festivais em Olímpia (SP) Quinta-do-Sol-(PR) e Tucuman-Argentina, dentre outros, divulgando a cultura pantaneira de Cáceres. Concebido de um projeto de arte e cidadania desenvolvido pelo professor Fernando Jesus da Silva, na Escola Estadual Frei Ambrósio, o Vitória Régia conta atualmente com 25 integrantes incluindo o coordenador, dançarinos e músicos. Na bagagem, cantigas e danças, siriri, cururu, rasqueado, chorado e demais pérolas da cultura tradicional da raiz tchapa & cuz.¨

 

O irreverente Garboso


O irreverente personagem Garboso, foi criado pelo pioneiro stand-up cacerense Elias da Rocha Barros Sobriuho no ano de 1994, estreando campanha publicitária de inauguração do Grupo Juba na TV Pantanal e nesta brincadeira séria, a criatura incorporou o criador nestes 24 anos de sucesso nos palcos de diversas cidades de Mato Grosso. Humorista, cantor e ator, Elias, o Garboso, fez duetos com Pescuma, contracenou com Nico e Lau na oficina do riso e no show de talentos, programa que foi apresentador por 3 anos e brilhou no Fifolk. Através do seu trabalho de merchandising ficou conhecido nacionalmente com a campanha para Sementes Quintana no Canal do Boi. Alegria da criançada, Garboso se realiza nas apresentações gratuitas em escolas públicas.




fonte: Editoria



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