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A Vaca pode ir pro Brejo
Data:18/09/2018 - Hora:08h10
A Vaca pode ir pro Brejo
Reprodução Web

Pela primeira vez, campanhas políticas para presidente, governadores, senadores e deputados não poderão contar com doações de empresas, proibição que começou a valer nas eleições para prefeito e vereadores de 2016 e nestas de 2018, mais gordura pra queimar, os políticos escaldados de lava-jatos e alhures, apelaram para alternativas de doações, SMJ legais. Os sites de crowdfunding, a tal vaquinha virtual do financiamento coletivo, têm sido usados legalmente como ponte entre os eleitores interessados em contribuir e as contas de seus respectivos candidatos, mas a exemplo de 2016, alguns espertinhos de ambos os lados, aproveitaram pra faturar usando o CPF (Comissão Por Fora); o eleitor malandro, salvando o sal da janta na atual crise, emprestando nome como doador e o candidato, lavando a doação com laranjas. No rol dos oportunistas idiotas, (a gente explica porque mais adiante) pessoas que recebem apenas um salário mínimo, ou menos, no caso dos beneficiários do Bolsa Família e até desempregados, claro, laranjas se passam por doadores, emprestando nº do CPF e salvando a feira, o rancho, o faz-me rir, que pode fazê-los chorar depois. Não é querendo assustar ninguém, apenas lembrar que consoante o artigo 23 §1º da Lei nº 9.504/97, as doações eleitorais de pessoas físicas, ficaram limitadas a 10% dos rendimentos brutos auferidos pelo doador no ano anterior à eleição. E se segura que o fumo é grosso: a penalidade por transgressão à referida norma consiste no pagamento de multa no valor de até 100% da quantia em excesso, prescreve o §3º do mesmo artigo. Então, amigos. Se o Bastião ganha um salário mínimo por mês, somando o 13º do ano base 2017, R$ 937 x 13 = R$ 12.108; Doação permitida 10%: R$ 1.210,80; passou disso, é ilegal e pode ser convocado a prestar esclarecimentos da origem do dinheiro, que não comprovado, pode render-lhe uma multa em até 10 vezes o valor da doação. Pelo menos foi o que decidiu a justiça eleitoral em 2016 atendendo denuncia do Ministério Público Eleitoral de Bayeux, na Paraíba, no caso de uma doação de um desempregado que constava como doador de R$ 2 mil para determinado candidato. Os eleitores que pretendem realizar doações a campanhas eleitorais, devem portanto ficar atentos às formas de doação, limites fixados e regras de financiamento coletivo para os repasses de pessoas físicas.

O TSE e o MPE andam antenados via Pardal e alhures nestes golpes de espertinhos, depois do balanço antes das eleições de 2016, quando foram identificadas 93 mil pessoas de baixa renda (22.400 deles inscritos no Bolsa-Família), com doações para candidatos a prefeito e a vereador. Em Porto Alegre, a justiça chegou a 46.700 desempregados que teriam contribuído com R$ 52 milhões, para a campanha de um candidato a prefeito e na conclusão parcial, havia R$ 272 mil doados por 143 falecidos, então o esquema é bruto mesmo e não pode dar mole. Só pra finalizar, o doador deve ficar atento, caso contrário, a Vaca vai pro brejo e se ela der nome aos bois, não precisa nem tossir. E a gente até fica imaginando, uma vaquinha com tornozeleira pisando macio no pasto, com aquele time de folgados segurando o rabo dela e cantando: aonde a vaca vai, o boi vai atrás, levando picanha do TRE, jurando que nasceu banana e virou laranja, danou-se shomano. Se brincar, na relação do saco de laranjas, tem até morto sendo usado pelos trambiqueiros peão de vaquinha virtual politiqueira. Prima de segundo grau da pirâmide, nem adianta passar um telex-free pra sogra pedindo pra fazer outra vaquinha pra pagar a multa que o bicho vai pegar fedendo.




fonte: Da Redação



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