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Nosso Rei Padroeiro
Data:24/08/2018 - Hora:08h43
Nosso Rei Padroeiro
Reprodução Web

Salve Cáceres, Salve São Luiz, e salve todos nós das garras dos políticos que estão de volta na caça aos votos abrindo a temporada de caça aos eleitores, para continuar na mamata e no suga-suga nas tetas do governo, mas hoje, não vamos estragar o dia dos leitores falando de política, pelo menos, desta suja e fétida que paira no reino tupiniquim de Cabral, à Cabral; sim, porque hoje a gente reverencia aquele brioso guerreiro da política social que no século XII, lutava em defesa dos fracos e oprimidos, o nosso padroeiro Luís IX, rei da França. Aos 12 anos, o então pequeno príncipe que se tornou rei, nascido em 25 de abril de 1214, educado rigidamente pela mãe Branca de Castela, assumiu a responsabilidade do trono em 1926. Um governante de visão socialista cristã, Luiz primou suas ações inspiradas nos valores divinos, extremamente devoto da fé católica, punindo a blasfêmia, os jogos de azar, empréstimos de interesse e prostituição. Realmente, oito séculos depois, estes flagelos anti-sociais, ainda são pivôs de crimes, suicídios e demais desgraças que acometem famílias desprovidas de formação cristã. No setor de saúde, educação e filantropia, Luiz de França foi um exemplo de gestão, construindo inúmeros hospitais, leprosários, orfanatos e escolas, não por acaso, conhecido pela sua caridade e cuidado com os pobres e doentes. Ardoroso defensor da família, Luiz IX, o Rei de França, casou-se aos 22 anos (1234) com a também Rainha Margarida da Provença, de cuja prole gerou 11 filhos, um dos quais, Filipe III de França, que o sucedeu. Em seu reinado, impôs o exercício diário de piedade e penitência em meio de uma corte elegante e pomposa. Viveu na corte como o mais rígido monastério e tomou a todo o país como campo de sua inesgotável caridade. Quando o qualificavam de demasiado liberal com os pobres, Luiz respondia preferir que seus gastos excessivos estivessem constituídos pelo luminoso amor de Deus, e não por luxos para a vã glória do mundo. Quanto diferença, amigos, quando 8 séculos após a gente constata governantes comprando a mantença do poder com o suor do povo e a gente coincidentemente, traça outro paralelo oposto: enquanto naqueles idos Luiz de França concedia audiência a todos debaixo do célebre bosque de Vincennes, na atualidade podre, suspeitos se reúnem na calada a noite com cúmplices regados a propinas. Também, não por acaso, a história registra a admiração do povo à serena justiça, objetiva suprema de seu reinado. Então, leitores, mesmo fugindo do assunto política, impossível ao traçar o perfil de São Luiz de França, o Rei Luiz IX, ficar sem um comparativo, revelando os dois lados da moeda, o puro e o podre e contra o segundo, que nos interceda junto a Deus, o nosso sagrado padroeiro, Amém!




fonte: Da Redação



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