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Casa Grande & Senzala
Data:31/07/2018 - Hora:08h44
Casa Grande & Senzala
Reprodução Web

Um decreto do governo federal deu um jeitinho de compensar sindicatos, federações e confederações empresariais da agricultura com parcelas das contribuições (imposto sindical) que o setor faz às entidades do “Sistema S”, tal como acontece em outras áreas da atividade econômica. É, claro, uma apropriação indevida de recursos que não se destinam a isso e que, nem de longe, o outro pólo sindical, os trabalhadores, possui para enfrentá-los. Voltando no tempo, observamos que este tal Sistema S, remonta ao final da Segunda Guerra, quando notadamente industriais para fazer frente à crescente falta de mão-de-obra qualificada para o setor com a queda de imigrantes europeus ao Brasil e, para tempo, dominar o colchão das relações sociais representando pelo ensino técnico e assistência social, além da promoção de lazer e cultura. A história nos mostra que naquela época, o ministro da Educação do governo Vargas, opôs-se fortemente a isso, defendendo a formação de uma rede de escolas técnicas estatais. Embora fizesse várias (e de boa qualidade, o grupo empresarial obteve a criação de uma contribuição obrigatória das empresas para sustentar, inicialmente, as duplas SENAI/SESI e SENAC/SESC, de onde vieram os outros S’s. Nas entrelinhas e nem tanto assim dissimuladamente, o cacique destas ésses, as usa politicamente a reboque de um partido político, ninguém pode negar, inclusive que a mídia delas cresce em épocas eleitoreiras. A politicagem não reside apenas no setor das ésses industriais/comerciais, estando presente no agronegócio, basta ver que agora, com o dinheiro do sistema liberado para a Confederação Nacional e para as federações patronais da agricultura, consuma-se e formaliza-se o que todo mundo sabia: a atividade sindical do patronato é financiada pelas verbas do Sistema S que, são, afinal, obrigatórias e de natureza paraestatal. E onde há o vil metal, há a ganância, a usura, a corrupção, como recentemente no caso do SESC carioca e de seu presidente Orlando Diniz, presidente da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, preso sob a acusação de desviar mais de 10 milhões de reais de recursos públicos provenientes do SESC/SENAC, por meio de notas fiscais e de repasses a pessoas de confiança do Cabral, que não descobriu o Brasil, mas uma forma de vender parte dele a prestação e receber a vista. ex-governador Sérgio Cabral. Note o leitor, que este jeitinho só existe na casa grande, porque na senzala, (congregação) ela é tida como máfia, exploração, inconstitucional e os cambaus, sindicato é máfia, bagunça, subversivo, antro de corrupção, que provado está em grande maioria, ela se concentra nas federações e confederações patronais, sob o beneplácito dos poderes constituídos. Não negamos que alguns sindicatos ditos de empregados, sejam eivados de vícios, oportunistas, cabide de safardanas, alguns, são sim, mas não escapam das acusações e sanções daqueles que toleram e até subsidiam as maracutaias sindicais dos empregadores e afins. Coisas de Brasil, que não por acaso, continua como emergente, numa categoria abaixo de terceiro mundo, subserviente patrões das grandes potencias, que patrocinam seus títeres nos poderes, ao preço, que só quem trabalha honestamente e paga seus impostos, sabe o valor sangrado.  

 




fonte: Da Redação



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