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Toma - lá, dá Cá!
Data:11/04/2018 - Hora:08h27
Toma - lá, dá Cá!
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Sem exageros, o descaramento da maioria dos políticos brasileiros ultrapassa os limites do asco e quem lá esteve mesmo que como quebra-galho de amigo aspone, sabe um pouco das maracutaias engendradas pelos maquiavélicos gravatinhas de gabinete. As jogadas temerosas e temerárias de compra de votos para livrar a cara do chefe, liberação de emendas milionárias como escambo propina nas votações das comissões, são algumas delas. E aos raros honestos, (parece incrível, mas existem) os caciques bate-pau do chefe, alertam com retaliação em cargos ocupados por eles e ou seus indicados. O jogo é sujo e pesado, amigos, ali o padroeiro é São Francisco, naquele jargão do dando que se recebe, e o toma lá dá cá, é a ordem do dia. Nosso amigo aspone, cabide no gabinete de um deputado safado ao cubo, dizia para que não estranhássemos o papo corrente ali nas quatro paredes, já que só se liberava para a imprensa, aquelas notas que não deixassem sequer nas entrelinhas, ser Brasília onde pulsa o coração administrativo do governo, uma espécie de Bagdá entregue a Ali-Babá. Pois bem, neste ambiente sórdido, onde pela nossa condição ética jamais nos sujeitaríamos a trabalhar, (veja, o dinheiro não é tudo), presenciamos um fato que depois de mais de 20 anos passados, vamos contar aos leitores. Claro, apenas o diabólico milagre, sem identificar os santos do inferno, porque, inicio dos anos 90, parece longe, mas não muito e cachorro mordido de cobra tem medo de lingüiça. Trocando em miúdos, que a vaca muge, o leão ruge e o tempo urge, o editor tem, espaço exíguo, vamos ao fato: a gente tomava aquele cafezinho de responsa, ajudando num release do aspone no gabinete do bagual parlamentar que dialogava com um suplente acerca de uma papo reto. O suplente estava enrolado até o pescoço, denunciado pelo MPF, na iminência de se enroscar numa lide judicial e a saída para se safar das instancias inferiores era assumir o cargo do titular, assim entrava no rol dos beneficiários do tal foro privilegiado. Resumindo, o patuá teria o caminho longo do supremo, onde milhares de ações, até por uma questão lógica de escaninhos, dos pedidos de vista, caminharia lento, o bastante para evitar-lhe incômodos. Pra disfarçar, o titular deveria entrar com licença medica, prorrogá-la e neste lapso, haveria eleição municipal e o dito cujo se reelegeria vereador e neste toma lá, dá cá, o suplente como titular do cargo, privilegiado de foro tocaria sua vidinha, quiçá, com eventual prescrição de possível condenação. Tudo certo, hora de bater o martelo, cuidar dos ofícios, troca, atestados médicos, publicações, hora também, claro, de acertar o cascalho, a bufunfa, o bereré, tão imprescindível para a campanha do titular quando voltasse a postular a vereança. Coisa em dinheiro de hoje, algo em torno de R$ 2 milhões, pensando bem, nem tão alto assim, diante dos objetivos propostos, e Viva São Francisco, e que se dane a ética, o decoro e o povo, que povo só existe prá votar mesmo e truco, c’est-fini. The End. Fecham-se mais uma vez as cortinas do Circo Brasil, onde este editor estava na arquibancada de bicão, anotando em seus neurônios, mais uma da politicalha tupiniquim. Realmente, se a política brasileira fizesse sentido, lealdade deveria pertencer ao mesmo grupo de palavras que inclui honradez e ética, não ao grupo de submissão e cumplicidade, daquela pocilga candanga...Bom Dia!




fonte: Da Redação



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