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Bancos de Areia (?)
Data:20/02/2018 - Hora:08h36
Bancos de Areia (?)
Reprodução Web

Hoje vamos abordar um assunto deveras complexo, mas nem tão difícil de compreender, basta ser claro e direto numa perguntinha simples: O que produz um banco? Claro, que em termos objetivos, um banco não produz nada, além da particularidade interessante: este tipo de comercio, não opera com recursos próprios, apenas e tão somente, oferece serviços, aos quais a maioria da população é obrigada a recorrer para sobreviver na sociedade, tal como ela se organiza nos dias de hoje. Mas a cada nova etapa de desenvolvimento do sistema capitalista, eles se fortalecem em sua função de promover a intermediação de recursos e de oferecer um conjunto enorme de novos serviços que combinam evolução tecnológica e instrumentos sofisticados do sistema financeiro. Quem é correntista de algum deles sabe das práticas a que seus funcionários são obrigados a desenvolver, em função de uma orientação estratégica geral da direção da empresa. Neste ambiente hostil, direito do consumidor, critérios básicos de cidadania, passam longe, vez que o interesse é a realização de resultados, o lucro no final do exercício. Esse trem atropelador dos bons princípios de solidariedade vem desde o surgimento da moeda no período das grandes civilizações, com o ato de emprestar, tomar emprestado e guardar dinheiro de outros era quase inevitável. Não por acaso, o nome banco, concebido pelos romanos significava a mesa em que eram realizadas as trocas de moedas e ultimamente, se o leitor não ficar esperto, ele vai pra mesa fria de um velório, como vitima do capitalismo selvagem que fomenta o comercio mercantilista. Não estamos exagerando, quem usa os serviços bancários, sabe que a generalização das atividades financeiras em nossa sociedade e a dependência cada vez maior a esse tipo de alternativa, são fenômenos que carregam uma força e um sentido inequívocos. A natureza particular da atividade financeira transforma o setor em elemento que sintetiza as contradições sociais e econômicas de toda a sociedade. Ali estão presentes os aspectos mais marcantes do capitalismo contemporâneo. O sistema financeiro é intrinsecamente portador e reprodutor da desigualdade. Basta ver a diferença de tratamento na forma como são atendidos os clientes Vips e a grande massa de assalariados, aposentados/pensionistas e demais beneficiários de programas sociais, quando a lógica deveria ser o reconhecimento da função social das instituições financeiras, tanto as públicas quanto as privadas. Houvesse um respeito dos governantes aos cidadãos, deveria o Estado, por meio de seus grandes bancos e por intermédio da regulamentação via Banco Central, o estabelecimento de condições para evitar abusos e limites no comportamento de tais instituições. Na realidade, acontece o oposto, enquanto o trabalhador inadimplente junto ao banco, é alvo de penhoras, busca e apreensão, o Presidente Temeroso, perdoou cerca de 30 bilhões em dívidas de grandes bancos privados, dentre eles, Itaú, (25 bilhões) e Santander, (338 milhões), com anuência do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Não também por acaso, o lucro estratosférico do Itaú no biênio 2015/2016, de R$ 44,9 bilhões, reflexo das tarifas cobradas aos correntistas com a complacência dos órgãos fiscalizadores. Só pra finalizar, será que o governo perdoaria uma divida de R$ 25,00 de um trabalhador em sua conta corrente?




fonte: Da Redação



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