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Proteção animal voluntária
Data:08/02/2018 - Hora:08h36

É sabido que nos dias de hoje é difícil encontrar uma lar sem ter nele inserido um animal de estimação. O Brasil tem 200 milhões de habitantes, e cada família tem em média 4 pessoas. Ou seja, 50 milhões de famílias, com 100 milhões de bichos, o que dá dois animais de estimação por casa. Diante desta realidade constatamos como é grande a população animal no nosso país, e verificamos também que deste montante muito são de famílias de baixa renda que não tem condições financeiras para manter esses animais, e muitas vezes se desfazem dele por não conseguir mantê-los.

Diante desta triste realidade foram sendo criadas nos Brasil varias Instituições de Proteção Animal. Essas instituições recolhem, cuidam e encaminham animais de estimação para adoção. Esses lugares são ONGs (organizações não governamentais) ou uma Associação Protetora de Animais. As pessoas que atendem esses pets o fazem por iniciativa própria e contam com a ajuda de terceiros para manter e cuidar dos bichinhos que são abandonados e maltratados por seus donos. Espalhadas pelo Brasil existem milhares de ONGs. Essas instituições tentam diminuir a população de animais abandonados, procuram também protegê-los de maus tratos, organizam mutirões de castrações, feiras de doações e tentam ajudar donos que não tem condições de tratar seus animais a terem acesso a serviço médico veterinário de forma gratuita ou por um custo baixo entre outras ações.

Visto esta realidade é importante esclarecer que estas instituições que se propõem a prestação deste trabalho mesmo que de forma voluntária e sem fins lucrativos precisa seguir alguns critérios para realização do mesmo. Para tanto a mesma precisa ter um estatuto devidamente registrado e lei municipal homologada reconhecendo que a mesma é um órgão de utilidade pública. Essas entidades de fins filantrópicos, reconhecidas como de utilidade pública estão sujeitas ainda a registro na autarquia CFMV-CRMVs do Estado/ região onde se localizem, mais ficam dispensados do pagamento de taxa de inscrição e da anuidade segundo o artigo 3º parágrafo único da Resolução 592 de 26 de junho de 1992. Também ficam essas instituições obrigadas a homologar um Registro de Responsabilidade Técnica e todo evento veterinário como mutirões, feiras e eventos que tenham prestação de serviço medico veterinário tem que segundo a Resolução 1041/2013 ter um profissional responsável.

Para se prestar um trabalho mesmo voluntario e com intenções nobres como é a causa dos, exige certos cuidados que visam não só assegurar a regularidade da prestação do serviço mais a própria integridade dos animais e pessoas envolvida no processo, pois todo trabalho que é conduzido por princípios de clareza e legalidade tem como fim um trabalho seguro para os que se beneficiam do mesmo, visto que estamos diante também de um serviço de saúde pública. ***___Cristiane Silva Campos - Medica Veterinária CRMV/MT 2165




fonte: Cristiane Silva Campos



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Com eficiência ímpar, as funcionárias da Biblioteca Municipal de Cáceres, Carla Kruger e Divina Aparecida Santos Conchev, estão sempre buscando divulgar com dinâmica e eficiência aos frequentadores da casa de cultura da Rua Padre Casimiro, as atividades lúdicas do estabelecimento, voltado à salutar pratica da leitura e pesquisas.  Registramos marcando mais um golaço no placar da vida Wellyngton Maciel, que recebe os abraços calorosos da companheira Darlene, da mãe Isabel, do filhão Samuel e do rol de amigos.  Que essa data se reproduza por muitos anos, sendo festejada com saúde e felicidades são os nossos votos.  Ilustrando a página hoje, a simpática professora Elaine Glerian, do corpo docente da Escola Estadual Onze de Março, (antiga Ceom) na disciplina de química, articuladora do Projeto Parlamento Jovem no estabelecimento de ensino de Cáceres, que teve este ano um aluno selecionado.
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