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Cidadão Tipo-Gráfico
Data:07/02/2018 - Hora:08h32
Cidadão Tipo-Gráfico
Reprodução Web

Sete de fevereiro de 2018, exatamente 550 anos da morte de Johan Guttemberg, reconhecido como o Pai da imprensa e considerado por muitas pessoas como o primeiro gráfico, já que foi ele que imprimiu a primeira Bíblia, um ícone da mídia, cujo nome registramos hoje neste espaço, especialmente para saudar todos os profissionais gráficos pelo seu dia. Que o padroeiro da distinta categoria profissional Santo Agostinho, que também é o patrono dos teólogos e cervejeiros, abençoe a todos, com as devidas cautelas da cerva, que, se for trabalhar e ou dirigir, não beba; né mesmo Dodô? Prá quem não sabe, o Sr. Eudes, popular, e ponha popular nisso, Dodô, é o flamenguista diretor responsável pelo parque gráfico do Correio Cacerense, único jornal diário de Cáceres e região oeste de MT. Também pra quem desconhece as funções do gráfico, vamos aproveitar a data festiva para a distinta classe que comemora no batente, e ilustrar resumidamente o trabalho deles no cotidiano. Um profissional gráfico trabalha com a impressão de materiais de vários tipos e sua função é parte essencial na comunicação, jornalismo, publicidade, desenvolvimento de produtos e embalagens; sem duvidas, ele é um protagonista das mídias e do desenvolvimento econômico. O Dia do Gráfico, foi fixado por conta da reivindicação destes profissionais em 7 de fevereiro de 1923 para melhores condições de trabalho e salários mais justos; um movimento muito bem sucedido e que marcou a base sindical do país. Sobre as origens do gráfico, muito antes de Gutenberg, as inovações chinesas nas tintas, impressão xilográfica e impressão com caracteres móveis de argila, já tinham prestado a sua contribuição para a divulgação da palavra impressa; mas a técnica de Guttemberg consistia em esculpir na extremidade de uma haste de aço, letras, números e sinais. Que posteriormente eram golpeadas com um martelo contra um metal mais mole, o chumbo. Os espaços vazios que se formavam no chumbo serviam de molde que eram cheios com estanho fundido, obtendo-se as letras, números e sinais (tipos). Esta técnica de imprimir com tipos móveis chamou-se tipografia. Para se ter uma idéia, era necessário um dia inteiro de trabalho com os tipos para montar uma página de livro e após este processo impregnava-se a página com tinta ( azeite vegetal e pó de carvão) e em seguida, com uma prensa, pressionava-se o papel contra as letras embebidas de tinta para se obter o papel impresso. Claro, que depois, em 1796, o austríaco Alois Senefelder inventou outro processo para reprodução de textos em papel chamado de litografia. Anos mais tarde, Friedrich Koenig inventou o entintamento automático por meio de rolos que espalhavam a tinta sobre as letras metálicas e em 1884, Otto Mergenthaler inventou a linotipia; um excepcional avanço para a imprensa, já que cada peça de metal, em vez de formar uma única letra, continha todas as letras de uma linha. Depois veio estereotipia ou clichê adaptável, possibilitando a confecção de páginas completas para impressão e na última década do século XX, a indústria gráfica, de modo geral, passou por grandes transformações, trabalhos que antes dependiam muito da atividade manual, foram automatizados. Os trabalhadores neste processo precisaram se adaptar a nova realidade tecnológica e lidar com sistemas cada vez mais informatizados. Desde então os avanços não pararam, foram inventados novos acessórios e chegamos a técnica de impressão off-set, técnica que evoluiu diretamente da litografia. No século XXI, as aplicações do raio laser nas artes gráficas foram responsáveis por progressos consideráveis; nas técnicas fotoeletrônicas atuais, as partículas de tinta aderem ao papel graças a forças de atração elétrica e a fotocopiadora aprimorada e conectada aos computadores, criou a impressão digital. Na fase da impressão, existe o processo da flexografia, tintas curadas por luz UV ou feixe de elétrons, enfim, uma parafernália, que somente um gráfico pode detalhar com conhecimentos, né mesmo, Dodô? Sem mais delongas, que o espaço é exíguo, fica aqui nossa saudação aos gráficos pela brilhante efeméride.




fonte: Da Redação



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