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Chororô do Chupim
Data:21/12/2017 - Hora:08h28
Chororô do Chupim
Reprodução Web

Vamos fazer uma conta que é da nossa conta, como dizia aquela propagandinha da Energisa, por sinal, muito boa, mas aqui é conta mesmo e de nó cego, por exemplo, a gente deve para fulano R$ 50,00; diz tal e coisa, engambela pra lá e prá cá, diz que não vai pagar e conclui que teve um lucro de R$ 50,00. Negativo, teve sim, um calote de R$ 50,00; típico de ladrão, no mínimo. Pois é disso que queremos falar hoje, da escravidão urbana, que o governo tentou aplicar nos servidores públicos federais. Um ano de salários congelados, para voltar a discutir em 2019 e de quebra, 3% a mais no recolhimento à previdência, ou seja, além de cortar reajustes mesmo nos 2,7% da falsa inflação, ainda onerar quem trabalha em mais 3%; se isso não é calote então, que se dê anistia para Ali Babá e fim de papo. O manda chuva

Ministro da Fazenda, anda espumando pelos cantos da boca, tamanha a ira, pois sabe que dificilmente o governo poderá reverter a decisão liminar do STF que suspendeu a medida provisória que havia adiado o pagamento da parcela de janeiro de 2018 do reajuste de servidores públicos federais. A liminar foi concedida na segunda-feira (18) pelo ministro Ricardo Lewandowski, que também, suspendeu o dispositivo da MP que elevava de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos funcionários públicos, ativos e aposentados, que ganham acima de R$ 5,3 mil, ou seja, a maioria. Mesmo admitindo recorrer da decisão, o pau mandado da aristocracia tupiniquim e estranjas, avalia que o cenário é complicado para o executivo federal conseguir revogar a decisão de Lewandowski. que praticamente, não há soluções jurídicas para reverter a decisão do magistrado do Supremo a tempo de evitar o pagamento da parcela do acordo salarial que vence em janeiro; que para evitar o pagamento, Lewandowski teria que revogar a liminar na terça, na medida em que o STF entrasse em recesso a partir de ontem, 20, voltando às atividades somente em fevereiro. Além disso, se realmente o governo tiver que quitar a parcela de 2018 do acordo salarial, não será mais viável reverter esse pagamento, que será definitivamente incorporado aos vencimentos dos servidores. E aqui, chegamos na continha que vale a pena raciocinar com lógica: Se o governo e seus paus-mandados estimam  que, sem o adiamento do reajuste dos servidores de 2018 para 2019, a União deixará de economizar R$ 4,4 bilhões no ano que vem, isso significa que esta tal economia, sairia do bolso dos servidores privados de um direito liquido e certo e alvo da mão grande dos empoderados de Brasília. É o caso dos R$ 50,00 que se devia a fulano, não pagou e contabilizou como lucro, quando não passava de um calote, o que o governo chama de eventual perda de recursos, que deixará de economizar R$ 4,4 milhões e tal e coisa. Que terá de fazer cortes de gastos no Orçamento de 2018, confessando nas entrelinhas que realmente é o povo, das classes B, C, D e E, quem banca o orçamento, cujo percentual disponível para os nababos da corte, sai do suor de quem trabalha. Dos mais de dois trilhões de impostos que a gente vai pagar este ano, o saco sem fundo do governo ainda quer levar mais, tenha a santa paciência! Parabéns, ministro Ricardo Lewandowski, o ralo em fundo precisa ser estancado algumas vezes.




fonte: Da Redação



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Com eficiência ímpar, as funcionárias da Biblioteca Municipal de Cáceres, Carla Kruger e Divina Aparecida Santos Conchev, estão sempre buscando divulgar com dinâmica e eficiência aos frequentadores da casa de cultura da Rua Padre Casimiro, as atividades lúdicas do estabelecimento, voltado à salutar pratica da leitura e pesquisas.  Registramos marcando mais um golaço no placar da vida Wellyngton Maciel, que recebe os abraços calorosos da companheira Darlene, da mãe Isabel, do filhão Samuel e do rol de amigos.  Que essa data se reproduza por muitos anos, sendo festejada com saúde e felicidades são os nossos votos.  Ilustrando a página hoje, a simpática professora Elaine Glerian, do corpo docente da Escola Estadual Onze de Março, (antiga Ceom) na disciplina de química, articuladora do Projeto Parlamento Jovem no estabelecimento de ensino de Cáceres, que teve este ano um aluno selecionado.
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