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Globalização e a reforma da Educação
Data:20/12/2017 - Hora:08h12

De 1980 para cá todos os Governos seguem uma cartilha política do tipo “fachada”, divulgando estatísticas que mostram a diminuição do analfabetismo e o aumento do ingresso da população ao ensino superior, porém, na prática, demonstra o tal “faz-de-conta” usando um marketing político; onde vende a imagem que somos um País democrático e, gradativamente, ocorre uma diminuição da miséria, além da desigualdade social. Com o pensamento neoliberal na década de 80, surgiu a globalização. Podemos entender que a globalização neoliberal tem transformado a educação em ''comércio'' e algo rentável, esse o princípio básico do neoliberalismo. Não trazendo benefícios e sim, prejuízo à educação e à população, pois não está visando o cidadão como importante mas, sim, a política e o financeiro do País.

Trouxe mais um mundo tecnológico destinado a formar trabalhadores competitivos e com conhecimentos tecnológicos, nada social, nem pessoal. Apenas trazendo ao Brasil mais desemprego e fome. Não tentam extinguir o preconceito e sim equalizar, ou seja, apenas "abafar o caso". Não trazendo solução alguma. Prejudicando a educação, pois só pensa no desenvolvimento do País e não do ser humano. Beneficiando apenas grandes multinacionais. Concluindo que, a Globalização neoliberal somente prejudicou a educação, visando apenas o interesse da Federação, deixando os problemas e as responsabilidades aos Estados e aos Municípios. Cabendo aqui aquele popular ditado: o rico cada vez fica mais rico, e o pobre cada vez fica mais pobre.

Por outro lado, as pesquisas revelam que 66% dos jovens que ingressam nas universidades, no Brasil, são analfabetos funcionais, demonstrando que o plano educacional é incorreto e puramente demagógico. Tal ação reflete também a face maquiavélica, de falta de respeito e bom senso aos cidadãos brasileiros que batalham por um salário vergonhoso e humilhante. No âmbito geral, essas leis ferem os princípios de cidadania e dos artigos da Constituição Federal que garantem o acesso de qualquer pessoa a um ensino de qualidade, independente de raça, cor, credo e condição social.

***___Rubens Shirassu Júnior, escritor e pedagogo de Presidente Prudente, São Paulo. Autor, entre outros, de Religar às Origens (1980-2010 - ensaios e artigos, 2011) e Sombras da Teia (contos, 2016)




fonte: Rubens Shirassu Júnior



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