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Homilia do Papa Francisco
Data:09/12/2017 - Hora:08h25
Homilia do Papa Francisco
Reprodução

Para seguir Jesus é preciso saber arriscar, sem receio de «parecer ridículos» e sem ser «demasiado educados»; e nisto «as mulheres são mais capazes que os homens». O convite «a não ficar sentados na vida, parados a ver», foi relançado pelo Papa na missa celebrada na sexta-feira, 13 de janeiro, na capela da Casa Santa Marta. Para a sua reflexão, Francisco partiu do trecho evangélico de Marcos (2, 1-12) proposto pela liturgia, que narra a chegada de Jesus a Cafarnaum: «Reuniu-se uma tal multidão, que não podiam encontrar lugar nem junto da porta». Mas pode-se pensar que «aquela gente segue Jesus por interesse próprio, para obter algo; talvez: a saúde, uma palavra de conforto». Por conseguinte, o Evangelho conta-nos acerca «desta gente» que «ia atrás de Jesus, caminhava, procurava-o porquê havia n'Ele algo que a atraía: aquela autoridade com a qual ele falava, as coisas que dizia e como as dizia, fazia-se compreender». E além disso, Jesus «curava e muitas pessoas seguiam-no para que ele as curasse». Houve ocasiões, afirmou o Papa, nas quais «o povo o queria fazer rei, porque pensava: “Este é o político perfeito e com ele as coisas correrão bem, não haverá problemas”». Mas «o povo errava» ao pensar assim. E, com efeito, «Jesus foi embora, escondeu-se». Mas também é verdade que «Jesus deixava sempre que o povo o seguisse com esta pureza de intenção não total, imperfeita, porque sabia que todos somos pecadores».

Na realidade «o problema maior – insistiu Francisco – não eram aqueles que seguiam Jesus, mas os que ficavam parados», os homens «parados, que estavam, na margem do caminho, olhavam, sentados». Marcos, no seu Evangelho, narra que ao verem a multidão em volta de Jesus «pensavam consigo mesmos: “Que gente ignorante, que gente supersticiosa!”». Mas «quantas vezes – reconheceu o Papa – também a nós, quando vemos a piedade das pessoas simples, nos vem em mente aquele clericalismo que tanto mal faz à Igreja e julgamos as pessoas simples» pensando que são «supersticiosas».

Sem dúvida, «o povo é pecador, como eu sou pecador, todos o somos». Mas o povo «procura Jesus, procura algo, procura a salvação». Ao contrário, aquele «grupo» de homens «parados estavam ali, na varanda, a olhar e a julgar». E «há outros “parados” na vida: pensemos naquele que desde há trinta e oito anos estava à beira do tanque, parado, amargurado pela vida, sem esperança – “nada a fazer, assim não se pode” – e digeria a própria amargura» afirmou o Papa referindo-se à cura do paralítico no tanque Betesda em Jerusalém, narrada por João no seu Evangelho (5, 1-9). Também aquele homem «era outro parado que não seguia Jesus nem tinha esperança». E ainda, prosseguiu, «pensemos na pecadora na casa de Simão: entrou ali, desesperada, chorou, os cabelos desleixados, com o perfume na mão. E Simão olhou para ela e disse: “Desenvergonhada, se ele fosse um profeta e soubesse quem ela é!”». Também aquela mulher «arriscou ser julgada». Assim como «a samaritana arriscou quando começou a discutir com Jesus: sendo ela adúltera, arriscou e encontrou a salvação». Em síntese, são todas histórias de mulheres. Será porque «as mulheres arriscam mais que os homens: é verdade, são mais corajosas e devemos reconhecer isto». «Seguir Jesus não é fácil – prosseguiu o Pontífice – mas é bom e arrisca-se sempre, e muitas vezes tornamo-nos ridículos». Mas «encontra-se uma coisa importante: são-te perdoados os pecados». Porque «por detrás daquela graça que pedimos – a saúde ou a solução para um problema ou para o que for – há vontade de sermos curados na alma, de sermos perdoados».

***___ news.va/pt/news/




fonte: news.va/pt/news



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