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Empaer e IFMT montam banco de germoplasta com mandioca
Data:07/12/2017 - Hora:08h52
Empaer e IFMT montam banco  de germoplasta com mandioca
nepci.ufam.edu

A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) em parceria com Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) implantou um banco de germoplasma, contendo 24 variedades de mandioca de mesa, no município de Guarantã do Norte. O objetivo é avaliar as variedades que melhor se adaptam na região e multiplicar para os produtores rurais.

O material genético foi encaminhado pela pesquisadora da Empaer, Dolorice Moreti, que desenvolve pesquisas e validação de tecnologias com a cultura da mandioca desde 2014, nos campos experimentais de Cáceres e Acorizal. Conforme Dolorice foram encaminhadas variedades promissoras que estão em avaliação e apresentam um tempo de colheita de 8, 10 e 12 meses após o plantio. As variedades de mandioca de mesa são da polpa branca e amarela.

Os materiais genéticos são oriundos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e de produtores do Estado. Dolorice esclarece que após três ciclos da cultura será feito a tabulação dos resultados ainda no final do ano de 2017, para comprovar quais as variedades que apresentam produtividade, resistência as doenças, tempo de cozimento e outros.

O técnico agropecuário da Empaer, Antônio Paulo de Barros, fala que devido o desconhecimento e a falta de uma variedade de mandioca foi necessário criar um banco de germoplasma para testar os materiais que melhor se adaptam a região. Ele explica que esse trabalho vai surtir efeito com a distribuição de ramas para os produtores. “Hoje no município não existe uma identificação das variedades existentes com boa produtividade e resistência as pragas, doenças e a ideal para consumo in natura. Com a pesquisa e o trabalho de validação saberemos quais variedades multiplicar”, esclarece.

O banco de germoplasma com as culturas da mandioca será acompanhado pelo engenheiro agrônomo do IFMT, Sandro Marcelo Caravina. Ele esclarece que o principal fator para o consumo da mandioca de mesa e garantia de venda pelo produtor rural é a análise sensorial, ou seja, apresentar um bom cozimento e sabor. O banco de germoplasma fará a conservação das matrizes dentro das condições para multiplicação. “Serão avaliadas três tipos de variedades de mandioca e vamos conferir a mais indicada para a região”, enfatiza Sandro.

Na Empaer o trabalho de validação das variedades de mandioca conta também com a participação do técnico agropecuário, Amâncio Antunes Marques e da extensionista social, Geni Marieta Matte.




fonte: Secom MT/ com Redação



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