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AIDS e o estágio do HIV
Data:01/12/2017 - Hora:08h36

O Dia Mundial de Combate à AIDS, comemorado neste 1º de dezembro, tem por função primordial alertar toda a sociedade sobre essa doença. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil, um ano após a Assembléia Mundial de Saúde que fixou a data de comemoração. Mas, afinal, o que é AIDS? Ela é uma doença causada pelo vírus HIV, geralmente por contato sexual desprotegido com pessoa contaminada, mas pode ser também transmitida por transfusão sanguínea e compartilhamento de objetos perfuro cortantes. Diferentemente do que muitos pensam ser HIV positivo não é o mesmo que ter AIDS, que é o estágio mais avançado da doença, quando o sistema imunológico encontra-se bem debilitado. A Síndrome da Imunodeficiência adquirida é uma doença que não mata por si só. Por causar um grande impacto no sistema imunológico, o paciente fica sujeito a doenças oportunistas, como a pneumonia, que surgem no organismo nesse momento de fraqueza. Assim sendo, não se morre de AIDS, morre-se das complicações geradas pelas doenças oportunistas. Os primeiros casos de AIDS foram descobertos nos Estados Unidos, Haiti e África Central em 1977 e 1978, mas só foram classificados como a síndrome em 1982, quando se compreendeu melhor a doença. No Brasil, o primeiro caso foi diagnosticado em São Paulo, em 1980.

As formas de transmissão da doença começaram a ser entendidas em 1982. Nessa época, o preconceito ainda era muito grande. A falta de conhecimento sobre a doença levou à adoção do nome Doença dos 5H: homossexuais, hemofílicos, haitianos, heroinômanos (que usam heroína) e hookers (termo em inglês que se refere a prostitutas). Somente em 1985 começou-se a falar em comportamentos de risco em substituição ao termo grupos de risco. Em 1991, iniciou-se a compra de medicamentos antirretrovirais para distribuição gratuita e, em 1993, o Brasil começou a produção do coquetel AZT. Somente em 1996 foi criada uma lei sobre o direito do doente de receber o medicamento gratuitamente, o que impulsionou a melhora da qualidade de vida dos milhares de infectados. O Brasil avançou na luta contra a doença e, em 1999, já disponibilizava 15 diferentes medicamentos para tratar a Aids.

Até o momento, ela é uma doença que não possui cura, portanto, é necessária uma proteção eficiente contra ela. Ao criar um Dia Mundial de Combate à AIDS, o objetivo era chamar a atenção sobre esse problema, desde sua prevenção até seu tratamento, e acabar com o preconceito. É importante mostrar para a população que não se contrai AIDS com um simples aperto de mão ou abraço em um paciente, mas devemos nos preocupar com sua transmissão, uma vez que é uma doença sem cura e que pode afetar a qualidade de vida de uma pessoa. O dia 1º de dezembro serve, portanto, como um alerta sobre a AIDS e como uma forma de repensarmos nossas atitudes com os portadores da doença. Não se trata de um dia exclusivo para informações de saúde, é um dia que também nos remete à compaixão e solidariedade. O laço vermelho utilizado na luta contra a AIDS foi criado em 1991 pela Visual AIDS de New York, que queria fazer uma homenagem aos amigos com a doença. A cor vermelha remete ao sangue e a paixão. ***___ Vanessa Sardinha dos Santos.   




fonte: Vanessa Sardinha dos Santos



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Parabenizamos o pequeno Samuel Maciel, que ontem festejou seu primeiro aniversário envolto ao carinho dos papais Wellyngton Maciel e Darlene Floriano e da vovó Isabel. Desejamos que continue crescendo forte e saudável, e que a felicidade se multiplique por muitos anos. Feliz Niver!!! Em contagem regressiva para a chegada do primeiro baby o casal Vander Sousa e Janaína Sedlacek que não se cabem de felicidade e ansiedade para o dia tão esperado. Estamos na expectativa também já desejando um bom parto a futura mamãe. Abraço especial a supervisora pedagógica do Colégio Salesiano Santa Maria, Fabíola Campos Lucas, que desenvolve um trabalho digno de registro. Educadora nota mil que merece nosso respeito.
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