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Pecado Capital
Data:21/11/2017 - Hora:17h59

Não é só na novela Pega-Pega que chove dinheiro, veja bem o leitor que esta semana aqui em Cáceres, voou grana na Rua Coronel Balduino, em pleno centro nervoso da city, mas o fenômeno nem tão fenômeno assim, foi logo explicado, afinal, dinheiro não tem asas, exceto na política, claro. Bem, o papo reto da semana foi o auê das notas de 50, 100, 20 espalhando-se pela Balduino e gente abafando as cédulas, na crise braba que tá, não pode vacilar, né mesmo? Alguns até que tiveram uma crise de consciência e resolveram entregar as cédulas na delegacia de policia, afirmando que as notas tinham vazado da bolsa de um motociclista, portanto tinha origem e conseqüentemente, dono, mas quem? Outros botaram as amarelinhas, roxinhas e verdinhas no buraco do pano da calça e devem ter festejado com um brinde a São Longuinho. As que escaparam do afã dos gastões, estão na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cáceres a disposição do seu real dono, que obviamente, terá de provar e justificar a propriedade da grana, já que o papel moeda, não tem marca, chassi, código de barras, assinatura e os cambaus, pra se chamar de seu. Compete a policia, lavrar o auto de arrecadação, para ser encaminhado ao juízo competente, que mandará publicar edital para que o dono ou possuidor legítimo reclame o bem, no caso, a grana. Após a divulgação do edital podem ocorrer duas situações distintas: a primeira, e menos provável, o proprietário da coisa aparecer. Nessa hipótese, deverá provar que é o dono da coisa e a indenização ao que achou, não poderá ser inferior a 5% do valor do bem. A segunda opção, e mais provável de acontecer, é o proprietário do objeto, após o prazo de 60 dias da publicação do edital, não reclamar e aí, a coisa será avaliada e leiloada e o liquido, revertido em favor do município em que o objeto perdido foi encontrado. Olha, é muito lero-lero, papel pra cá, papel prá lá, editais, leilão, assinatura em auto de avaliação, apreensão e quiçá entrega, muita burocracia, mano. Simplificando, se você achou uma grana com dono, devolve sem pensar em gratificação, afinal, ser honesto não é virtude e sim, dever de cidadania; se não conhecer o dono, dinheiro vivo em espécie, se de valor relevante, que compense todo o corre-gira, proceda nos conformes, com cópia de entrega autenticada, agora, se for pouca coisa, aí não compensa as zorras humanas, faça uma doação à igreja, que Deus com certeza vai aplaudir seu gesto. Mas, não comente com ninguém, pois o que se dá com uma mão, se esquece com a outra e não custa um X-9 te delatar pra terceiros, aí, meia cidade fica sabendo e você corre o risco de responder por uma apropriação indébita. Sem exagero, juridicamente, ratifique-se, comete crime quem se apropria de bem perdido e segundo o artigo 169 do Código Penal, cabe, a quem achar um objeto, devolver ao dono legítimo ou às autoridades competentes em até 15 dias e a pena prevista é detenção, de um mês a um ano, ou multa. Então, achou, sabe quem é o dono, devolve, agora, se for malas com R$ 51 milhões num apartamento, acorda, porque você deve estar  num pesadelo com aquele Mandrake que a policia, o MP e a justiça estão cuidando dele, morô?

 




fonte: Da Redação



JBA AREEIRA
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Destaque VIP de hoje endereçado as Musas da Pesca e do FIPe, Juliana Nicodemos Bruzon  e Elizandra Silva Maciel,  presença marcante durante o Festival desfilando a beleza, simpatia e charme da mulher pantaneira. Grande abraço e um excelente fim de semana.  Hoje as flores multicoloridas são dedicadas especialmente a aniversariante Maria Izabel Fernandes, pessoa querida que recebe os abraços dos seus colegas, amigos e familiares. Espero que tenha um dia especial e repleto de alegrias e uma vida de felicidade e sucesso. Que nunca lhe falte alegria, paz, amor e saúde. Tim tim!!! Ela arrasa e hoje recebe nossos aplausos pela profissional nota 1000 que é. Nosso reconhecimento a radialista Meire Maciel que foi a voz do FIPe 2018. Sucessos sempre!!!
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