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Data ganha no Grito
Data:07/09/2017 - Hora:08h10
Data ganha no Grito
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Mais uma vez, a gente chega a um Sete de Setembro, 195 anos depois que historiadores disseram ter o Brasil se tornado independente de Portugal, com a proclamação por D. Pedro I. Esta, porém nem sempre foi a data magna de nossa independência, se é que somos realmente independentes, fato meio controverso, por motivos que a maioria sabe de cor e salteado. Esta data, segundo remansosa literatura, no passado houve muito debate sobre qual deveria ser a correta da comemoração. Mesmo se considerando que o grito de independência tenha ocorrido no dia 7 de setembro de 1822, a aclamação de Dom Pedro só se deu em 12 de outubro daquele ano, e sua coroação dias mais tarde, em 1º de dezembro. Ademais, o processo de independência celebrado no Sete de Setembro não começou naquele mês, ou mesmo naquele ano. Foi uma sucessão de elementos que tomou força a partir da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808. Pra não forçar a barra, vamos pela história dos livros e cujas partes foram puladas pelos nossos dignos professores: Diz a história, que em razão de desacordos diplomáticos com a temida França Napoleônica, o Reino de Portugal, sob o comando de Dom João IV, se viu obrigado a transferir sua corte para o Brasil, abandonando Lisboa e fixando comando no Rio de Janeiro. Seria o começo do fim do Brasil Colônia e em pouquíssimo tempo, o imenso Brasil, outrora fragmentado, foi liberado do Pacto Colonial, passando a interagir comercialmente com outras potências européias. O Brasil passava a ser autônomo, e pela primeira vez começava a usufruir de seus ganhos, antes recolhidos por Lisboa. Dom João IV iniciou modificações estruturais de caráter urbano e social; mas, vamos por partes: se o Brasil colônia foi alçado à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves, com a volta de Dom João para Portugal, Pedro I proclamou a independência do Brasil, dividindo o Reino Português, ficando o Reino Português Europeu e Reino Português do Brasil. Tanto é assim que Pedro I era Pedro IV em Portugal e foi chamado para lá reinar. Pois bem, Pedro, seu filho e herdeiro do trono português, ficou no Brasil na condição de príncipe regente. Mas os portugueses, (que baita confusão!), não aceitavam o fim do Pacto Colonial, e pressionaram intensamente a Coroa para restabelecer a condição do Brasil. Como se diz em novelas globais, ... alguns anos depois, ... em 1889, num dia 15 de novembro, com a proclamação da República é que se pode dizer ter realmente o Brasil se desligado institucionalmente de Portugal, os brasileiros deixando de ser escravos e súditos para ser cidadãos com direitos assegurados por uma constituição mais justa possível, abrangendo a todos. Se ainda hoje lutamos para que todos tenham direitos iguais para ascender na vida, também, naqueles idos, por mais de meio século, foi assim, haja vista, que só com a Proclamação da República é que passamos a ser reconhecidos como nação independente. Só pra finalizar, D. Pedro I ao proclamar a independência as margens do Riacho Ipiranga, montava um animal de carga, provavelmente uma mula, estava vestido como um tropeiro e não em uniforme militar, e os dragões da Independência ainda não existiam. Aquela tela bonitona, foi pintada em 1888, 66 anos após o grito e coincidentemente, um ano antes da Proclamação da República, pelo preço de 30 contos de réis, uma grana preta, considerando-se que naquele mesmo ano, o governo de São Paulo aplicou 22 contos de réis na área da saúde.  Mas, vale tudo e vamos pra festa, que prá variar, a maioria emenda o feriadão até domingo.




fonte: Da Redação



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Parabenizamos o pequeno Samuel Maciel, que ontem festejou seu primeiro aniversário envolto ao carinho dos papais Wellyngton Maciel e Darlene Floriano e da vovó Isabel. Desejamos que continue crescendo forte e saudável, e que a felicidade se multiplique por muitos anos. Feliz Niver!!! Em contagem regressiva para a chegada do primeiro baby o casal Vander Sousa e Janaína Sedlacek que não se cabem de felicidade e ansiedade para o dia tão esperado. Estamos na expectativa também já desejando um bom parto a futura mamãe. Abraço especial a supervisora pedagógica do Colégio Salesiano Santa Maria, Fabíola Campos Lucas, que desenvolve um trabalho digno de registro. Educadora nota mil que merece nosso respeito.
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