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Rasgando o Art. 7-IV da CF
Data:16/08/2017 - Hora:13h07
Rasgando o Art. 7-IV da CF
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Ainda faltam mais de 4 meses pro ano pegar sua bengalinha e desaparecer no fim do horizonte e quando achegar a hora, a gente faz o bota fora e diz pra ele, já vai tarde, claro; mas os nossos empregados lá em Brasília, os políticos, em sua maioria, integrando a corja ociosa, egocêntrica, descarada mesmo, já antecipou segundo cálculos da meta, que vai meter o pobre no cacete, que o salário mínimo em 2018 será de R$ 979,00. Grana pra ladrão não contar, porque ladrão que se preza, não rouba mixaria, que é o salário mínimo, um acinte à digna classe trabalhadora. Como justificativa, eles alegam na ponta do lápis, que o reajuste de 4,5% está previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a tal LDO, já sancionada pelo governo, quer dizer, não se discute mais, que se virem com a merreca, e quem reclamar, corre o risco de ser processado por desacato à autoridade. Égua,que o trem é se rebolar com R$ 42,00 de reajuste, ou 4,5%/ano, coisa de 50% do rendimento da poupança no período de 12 meses. Pra quem não entende, a tal LDO estabelece metas e prioridades do governo para o próximo ano e orienta a elaboração da lei orçamentária anual, sinal declarado expressamente em números, que o trabalhador continua não sendo prioridade do governo. Na verdade continua sendo um verdadeiro milagre conseguir viver com apenas um salário mínimo. Principalmente quando analisamos os princípios da nossa Constituição Federal: In-verbis: Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

 IV – salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim; Amigos, quando o poder central ignora e passa por cima da lei maior da nação, quase nada a gente pode esperar, nem vamos ao extremo radical segundo eles, das contas do Dieese, que diz ser o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas, algo em torno de R$ 3.658,00, quase 4 vezes o valor que o assalariado recebe hoje. Agora o amigo faça uma comparação ao seu salário mensal de R$ 937,00 com o dos deputados federais, que discutem com o executivo, os bererés do Zé Povinho. Pois bem, cada deputado federal recebe um salário bruto de R$ 33,7 mil; auxílio-moradia e imóvel funcional, R$ 3,8 mil; cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (passagens aéreas, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, hospedagem, combustível, contratação de serviços de segurança e consultoria, entre outros, entre R$ 30 mil e R$ 45 mil; verba destinada à contratação de pessoal, R$ 97 mil mensais, destinados à contratação de até 25 secretários parlamentares, cuja lotação pode ser no gabinete ou no estado de origem do deputado, que tem direito a ressarcimento integral das despesas hospitalares relativas à internação em qualquer hospital do país, caso não seja possível atendimento no serviço médico da Câmara e gastos com mudança mais R$ 33,7 mil reais, um no início e outro no fim do mandato, para realizar mudanças. Concluindo segundo dados da Organização não Governamental Contas Abertas, o Legislativo custa hoje ao povo, R$ 1. milhão e 16 mil por hora. Levantamento do portal Congresso em Foco mostra que um deputado federal dispõe de R$ 168.600,00 mil por mês entre salário e benefícios, e quem realmente trabalha e banca estes bilhões por ano aos tais, é o assalariado de R$ 937,00 que vai ter um aumento, Oh, Deus, de R$ 42,00 em 2018!   




fonte: Da Redação



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