Diretora administrativa: Rosane Michels
Sábado, 24 de Junho de 2017
Pagina inicial Utimas notícias Expediente High Society Galeria Fale conosco
JUBA
Termidor Tupiniquim
Data:05/05/2017 - Hora:09h08

Aos poucos vai caindo o pano de fundo do palco na opereta bufa do Teatro Brasil, revelando as distorções constitucionais, via correção suprema de togados da Corte Máxima, não obstante, como bem frisou o Ministro Gilmar Mendes, a brincadeira juvenil de procuradores sem vivencia institucional, contrários aos dispostos na Carta Magna vigente. Traduzindo, ainda que tardio, o Termidor Tupiniquim, devagar, mas eficaz, dá mostras de aposentar a guilhotina, 323 anos após o instrumento de tortura ser desativado pela revolução francesa, não sem antes decapitar o seu árduo defensor e algoz Robespierre. Em meados do século XX, Noel Rosa, nosso eterno menestrel já imortalizava no samba Palpite Infeliz, que por ter pescoço, morreu o infeliz inventor da guilhotina de Paris, claro, Monsieur Guilhotin. As assertivas são citadas apenas para registrar os efeitos colaterais das medidas extremas. Não serão elas, a proclamar a justiça, mesmo porque num ordenamento jurídico onde a ampla defesa, o devido processo legal e o transito em julgado amparando a presunção de inocência, são clausulas pétreas, ou seja, irrevogáveis. Como bem fundamentou Gilmar Mendes ao reparar falhas robespierreanas, “não é o clamor publico que recomenda a prisão processual, não se pode ceder ao retrocesso”, e claro, o Brasil não é uma comarca. Não bastasse o retrocesso de instancia superior ( TRFs) se sobrepondo ao transito em julgado para referendar a prisão de prévia condenação, o que se assiste no Termidor Tupiniquim, é a injustificável decisão monocrática neste sentido. Se saudade matasse, muita gente que milita no direito com ética e seriedade, estaria morto de saudades do filho da lavadeira, o eminente Senhor, Doutor, Ministro e à época, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Joaquim Barbosa, cujo comando a frente da ação 470, o explorado Mensalão, cardápio diário da mídia, cumpriu religiosamente os preceitos legais da nossa Carta Magna. Respeitados os direitos de acusados e condenados em instancias inferiores, acatando recursos e mais recursos, (imorais, porém legais), embargos e mais embargos, sem infringir a ética, a imparcialidade e ou a lei magna. Os réus daquela e outras ações, somente foram constritos ao deletério extremo do cárcere, após o transito em julgado das decisões. Menos de uma década após, o rascunho virou garatuja e o júris sperniandis robespierreanos ecoando pelas mídias lacaias, felizmente, vai sendo contido por alguns notáveis do STF, que deve e precisa mostrar e fazer valer sua supremacia, em defesa da lei, da justiça e do direito, sob pena  de conivência com eventuais abusos ad-quo. Concluindo, tudo que é nivelado por baixo, tende a ruir, não é mesmo?... Bom Dia!!!!




fonte: Da Redação



JBA anuncie AREEIRA
»     COMENTÁRIOS


»     Comentar


Nome
Email (seu email não será exposto)
Cidade
 
(Máximo 1200 caracteres)
Codigo
 
Publidicade
Multivida
zoom
High Society
Trocou de idade essa semana, a gatíssima Kalyssa, que na oportunidade recebeu o carinho especial da mãe Karla, das irmãs e amigos que cantaram o tradicional Parabéns. Que Deus derrame infinitas bênçãos em sua vida. Curtindo merecido descanso pelas praia de Natal a nossa querida amiga Daici Forgiarini Bastos, a quem desejamos uma ótima estadia. Aproveite ao máximo esses dias.  Nossos parabéns a Viviane Muniz que ontem colheu mais uma rosa no jardim de sua existência. Felicidades e muitos anos de vida é o que lhes desejamos. Na foto ao lado do filho.
Ultimas norícias
Exediente
Versão impressa
High Society
Fale conosco
VARIEDADES
POLÍTICA
POLÍCIA
OPINIÃO
ESPORTES
EDITORIAL
ECONOMIA
CIDADE
ARTIGO
Jornal Correio Cacerense 2015
Copyright © Todos direitos reservados